

A exposição estará disponível para os visitantes do Theatro até dia
14 de agosto em seu hall principal.



A exposição estará disponível para os visitantes do Theatro até dia
14 de agosto em seu hall principal.

A exposição “Dialogando com o Acervo” idealizada como parte da primeira edição do evento de extensão “Êba! Um dia na EBA” que teve como público alvo alunos e professores da Educação Básica. O objetivo desta exposição temporária era apresentar algumas obras representativas do acervo da Biblioteca de Obras Raras e do Museu D. João VI, permitindo ao vistante estabelecer um diálogo entre as peças e os livros raros que contam a história do ensino na antiga Acadêmica de Belas Artes. Dentre as obras expostas estavam o menor e o mais antigo livro da Biblioteca de Obras Raras e peças do acervo de pintura, escultura e indumentária do Museu.
Com a comemoração dos 200 anos da Escola de Belas Artes (EBA) da UFRJ, a Biblioteca de Obras Raras da EBA (EBAOR) inaugurou a exposição que tem como objetivo a divulgação do acervo-base, ou seja o acervo fundador da antiga Biblioteca da Academia Imperial de Belas Artes (AIBA). Esta exposição é resultado da pesquisa de dissertação de mestrado de Rosani Godoy intitulada Processos de formação do acervo da Biblioteca da Academia Imperial de Belas Artes e seu uso como material didático (1834-1857), defendida em agosto de 2015 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). A obra Le Musée Français , foi a peça destaque da exposição por ser a primeira a fazer parte do acervo da Biblioteca em 1827, doação de D. Pedro I.
Durante o mês de dezembro de 2013, a obra com a data de publicação mais antiga do acervo da EBAOR – Fabvlae graece et latine, cum alijs opusculis, quorum index proxima refertur pagella, de 1541 – foi exposta em colaboração, e no espaço, do Museu D. João VI.

Foi realizada em maio de 2011, pela professora Marize Malta com a colaboração da equipe da Biblioteca. Foram apresentados livros do acervo da EBAOR, no Museu D. João VI, onde a referência temática foi a arte decorativa em publicações editadas em fins do século XIX e início do século XX. Essas artes que eram presentes nos altares e palácios, passam ao convívio diário aplicada ao corriqueiro, praticada no dia-a-dia, ensinada nas pranchetas das salas de aulas e pelos livros das academias/escolas de artes.
(Acervo EBAOR, Grammaire de l’ornement de Owen Jones, 1865).